Mesa para dois

 

Você vai fazer um jantarzinho em casa no dia dos namorados? É uma ótima opção para quem não quer gastar muito ou pegar fila nos restaurantes.

O blog te dá algumas inspirações para você montar uma linda e romântica mesa.

A dobradura deste guardanapo eu ensinei no blog no mês passado, clique aqui e reveja como fazê-la.

Amei esta louça!!!

Lindo!!!

Fofo demais, parece mesa de boneca.

Mesa clássica e phyna, linda!

Duas opções de jantar mais conservador, com menos rosinha, rsrs.

Por último, caso não queira arrumar a mesa sirva o jantar já empratado com ajuda de uma bandeja. Um guardanapo legal e uma flor dão o toque romântico.

Inspirem-se e monte uma linda mesa no dia dos namorados.

Bjokas, até mais.

fonte das imagens: Google

Feliz dia das Mães!

 

 

Eu ainda não sou mãe, portanto não posso falar como tal, falarei então como filha.

Filha e amiga, pois é assim que me considero com a minha mãe.

É difícil expressar tudo o que sinto pela minha mãe, (acho que todo mundo é assim…) quando me perguntam o que eu acho da minha, na maioria das vezes eu respondo, ela é tudo! Meu sol, minha luz, minha guia, meu porto seguro… sem ela eu não existiria (#fato).

Mãe é um negócio diferente. Amamos nossos irmãos e pai, mas mãe… ainda mais para filha mulher, é diferente. Só pelo olhar, pelo tom de voz a gente se entende, ela já sabe como você está, ela sente, ela fala e acontece. Acho que toda mãe tem uma mediunidade aguçada, afinal ser mãe é uma benção de Deus.

Quando eu era pequena tinha altas brigas e discussões com ela, muitas vezes fui até maldosa (perdão mamãe), porém nunca deixei que amá-la e principalmente respeitá-la, aliás, eu sempre pedia ajuda nas horas de dúvida e desespero.

A questão é, cada dia dou mais e mais valor a ela.

Hoje, depois de quase um ano que sai de casa, não tenho mais o colo dela todos os dias, as conversas furadas antes de dormir, as discussões banais e as fofocas da novela das nove rsrs… Mas também, quando a saudades aperta, largo tudo e vou correndo ficar com ela, dar um abraço e sentir seu cheirinho.

Você me fez menina, mulher, esposa e futuramente mãe.

Te amo, te respeito, te admiro incondicionalmente! Obrigada por ser minha mãe, por fazer parte da minha vida, por ser assim, do jeitinho que você é… minha mãe!

Feliz dia das mães a todas as mães!

Mulher

bouquet

 

Só quem é mulher sabe o prazer e a dor de ser o que é.

Só nós sabemos o que são as dores de cólica menstrual, a sensibilidade da TPM, o prazer de comer doce, a terapia de comprar, o sentimento de limpeza ao ir a depilação, manicure e pedicure, a felicidade de estar bem com seu corpo, a tristeza de estar mal com seu corpo, a alegria de ganhar um presente e a tristeza de ver alguém sofrendo.

mesmo com vários defeitos, eu AMO ser mulher!!!! Amo ser fresca, chorar vendo novela, gritar sem motivo justo, rir demais, cuidar de todos e amar sem limites.

E ninguém nunca disse que ser mulher é fácil, não é mesmo.

A sociedade e a mídia te impõe tanta coisa, que por um momento você chega a se questionar, será que consigo dar conta do trabalho, da casa, dos filhos, do marido/namorado, cachorro, das amigas, da família e de mim ??????????

E a resposta é uma só, não, você não conseguirá fazer tudo isso junto, simplesmente porque a Mulher Maravilha está apenas nos desenhos animados, e na vida real, por mais que a gente se esforce, sempre uma coisa ou outra fica para trás.

Então, hoje, o que eu desejo a todas as mulheres, (inclusive para eu mesma) é para que continuem tentando fazer tudo que está ao seu alcance, mas caso algo fique para trás, não se preocupe, não se cobre demais, nós somos de carne e osso, e perfeição, só a de Deus.

Feliz dia das mulheres a todas as mulheres que assim como eu AMAM ser o que são.

Parabéns para nós!

Abaixo, colei um texto da Marta Medeiros, que recebi por e-mail de uma amiga já faz algum tempo, é bem legal, vale a leitura.

A todas as mulheres

Que driblam a vida para entregar o melhor de si em tudo que fazem…

Eu não sirvo de exemplo para nada, mas, se você quer saber se isso é possível, me ofereço como piloto de testes.

Sou a Miss Imperfeita, muito prazer.

Uma imperfeita que faz tudo o que precisa fazer, como boa profissional, mãe e mulher que também sou: trabalho todos os dias, ganho minha grana, vou ao supermercado três vezes por semana, decido o cardápio das refeições, levo os filhos no colégio e busco, almoço com eles, estudo com eles, telefono para minha mãe todas as noites, procuro minhas amigas, namoro, viajo, vou ao cinema, pago minhas contas, respondo a toneladas de e-mails, faço revisões no dentista, mamografia, caminho meia hora diariamente, compro flores para casa, providencio os consertos domésticos, participo de eventos e reuniões ligados à minha profissão e ainda faço escova toda semana – e as unhas!

E, entre uma coisa e outra, leio livros.

Portanto, sou ocupada, mas não uma workaholic.

Por mais disciplinada e responsável que eu seja, aprendi duas coisinhas que operam milagres.

Primeiro: a dizer NÃO.

Segundo: a não sentir um pingo de culpa por dizer NÃO. Culpa por nada, aliás.

Existe a Coca Zero, o Fome Zero, o Recruta Zero. Pois inclua na sua lista a Culpa Zero.

Quando você nasceu, nenhum profeta adentrou a sala da maternidade e lhe apontou o dedo dizendo que a partir daquele momento você seria modelo para os outros.

Seu pai e sua mãe, acredite, não tiveram essa expectativa: tudo o que desejaram é que você não chorasse muito durante as madrugadas e mamasse direitinho.

Você não é Nossa Senhora. Você é, humildemente, uma mulher. E, se não aprender a delegar, a priorizar e a se divertir, bye-bye vida interessante. Porque vida interessante não é ter a agenda lotada, não é ser sempre politicamente correta, não é topar qualquer projeto por dinheiro, não é atender a todos e criar para si a falsa impressão de ser indispensável.

É ter tempo.

Tempo para fazer nada.

Tempo para fazer tudo.

Tempo para dançar sozinha na sala.

Tempo para bisbilhotar uma loja de discos.

Tempo para sumir dois dias com seu amor. Três dias. Cinco dias!

Tempo para uma massagem.

Tempo para ver a novela.

Tempo para receber aquela sua amiga que é consultora de produtos de beleza.

Tempo para fazer um trabalho voluntário.

Tempo para procurar um abajur novo para seu quarto.

Tempo para conhecer outras pessoas.

Voltar a estudar.

Para engravidar.

Tempo para escrever um livro que você nem sabe se um dia será editado.

Tempo, principalmente, para descobrir que você pode ser perfeitamente organizada e profissional sem deixar de existir.

Porque nossa existência não é contabilizada por um relógio de ponto ou pela quantidade de memorandos virtuais que atolam nossa caixa postal.

Existir, a que será que se destina?

Destina-se a ter o tempo a favor, e não contra.

A mulher moderna anda muito antiga.

Acredita que, se não for super, se não for mega, se não for uma executiva ISO 9000, não será bem avaliada.

Está tentando provar não-sei-o-quê para não-sei-quem.

Precisa respeitar o mosaico de si mesma, privilegiar cada pedacinho de si.

Se o trabalho é um pedação de sua vida, ótimo!

Nada é mais elegante, charmoso e inteligente do que ser independente.

Mulher que se sustenta fica muito mais sexy e muito mais livre para ir e vir.

Desde que lembre de separar alguns bons momentos da semana para usufruir essa independência, senão é escravidão, a mesma que nos mantinha trancafiadas em casa, espiando a vida pela janela.

Desacelerar tem um custo.

Talvez seja preciso esquecer a bolsa Prada, o hotel decorado pelo Philippe Starck e o batom da M.A.C.

Mas, se você precisa vender a alma ao diabo para ter tudo isso, francamente, está precisando rever seus valores.

E descobrir que uma bolsa de palha, uma pousadinha rústica à beira-mar e o rosto lavado (ok, esqueça o rosto lavado) podem ser prazeres cinco estrelas e nos dar uma nova perspectiva sobre o que é, afinal, uma vida interessante.”

Por Martha Medeiros – jornalista e escritora, é colunista do jornal Zero Hora (Porto Alegre/RS) e de O Globo (Rio de Janeiro/RJ).